A situação da moral no mundo contemporâneo nos lança diante de um impasse. De um lado, o prevalecimento da ordem subjetiva das vivências e emoções, a anarquia de princípios ou a simples ausência deles. De outro lado, a razão dominadora, instrumento de repressão, como nos denunciaram Marx, Nietzsche, Freud entre outros. Nestas eleições, uma vez mais, somos convidados a participar como cidadãos ativos, responsáveis e portadores de uma ética que vai muito além do campo teórico. Se sugere uma ética do compromisso e da práxis. domingo, 18 de julho de 2010
A ética do discurso
A situação da moral no mundo contemporâneo nos lança diante de um impasse. De um lado, o prevalecimento da ordem subjetiva das vivências e emoções, a anarquia de princípios ou a simples ausência deles. De outro lado, a razão dominadora, instrumento de repressão, como nos denunciaram Marx, Nietzsche, Freud entre outros. Nestas eleições, uma vez mais, somos convidados a participar como cidadãos ativos, responsáveis e portadores de uma ética que vai muito além do campo teórico. Se sugere uma ética do compromisso e da práxis.
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